O Medo

Nem sempre o sentimos, nem sempre o vivenciamos de uma forma castradora. O medo é apenas isso, uma palavra, um substantivo masculino, em que a nossa consciência interpreta como algo que consideramos perigoso, mesmo que esse medo seja infundado.

Temos medo de um futuro que jamais controlaremos, de um presente com o qual não sabemos lidar, nem que escolhas devemos fazer, de um passado que possa condicionar o presente e virar futuro.
Tudo construções da nossa mente, de uma mente que muitas vezes não controlamos. Esse processo abandona as nossas decisões, anula os nossos objetivos, desvia-nos do nosso propósito de vida e não permite que o coração sonhe.

Os sonhos vêm do mais profundo do nosso Eu, do coração, da pureza da nossa essência e, tudo o que sai do coração jamais será castrado pelo medo, definindo muitas vezes, o nosso propósito de vida, a nossa missão.
Há quem tenha medo de arriscar numa nova área profissional por não saber quais serão os resultados, mas o que verdadeiramente interessa é o que aprendemos até atingir esse mesmo resultado.

O medo

Há pessoas com medo de se apaixonarem novamente, dizem que têm o coração fechado. O coração nunca se fecha, mas o medo faz com que a nossa mente assim determine e aí morrem temporariamente os nossos sonhos.
Há inclusivamente o medo da felicidade, pois acham que é momentânea e quando ela  abandona, vem a crença: “Já sabia!” A verdadeira felicidade vem de dentro para fora.

O medo traz infelicidade, traz dúvidas às nossas vivências, distorce a realidade.

Se retirarmos o medo da equação da nossa vida, o que temos é simplesmente o produto da soma de todos os nossos sonhos, de toda a felicidade e de toda a prosperidade.
Quando o medo bater à porta, não o alimentes, interpreta a mensagem que ele traz, ele irá desaparecer gradualmente, a mente irá afasta-lo e quando o sentires, ouve o teu coração, aí, não há espaço para o medo.

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